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Agosto/2008

Cresce a participação científica brasileira na oncologia mundial

É indiscutível o crescimento da participação brasileira na pesquisa clínica internacional nos últimos anos, e isso se deve principalmente ao aumento da inclusão de pacientes brasileiros em estudos multicêntricos internacionais. Como conseqüência, as publicações desses trabalhos passam a ter pesquisadores brasileiros como co-autores.

Para saber se pesquisas originadas no Brasil também estariam aumentando, a dendrix fez um levantamento de todos os trabalhos apresentados nos encontros anuais da Amercican Society of Clinical Oncology (ASCO) entre 2001 e 2005. O critério para optar por esse congresso foi a sua relevância para a pesquisa clínica internacional, e foram considerados brasileiros os trabalhos em que pelo menos dois terços das instituições de pesquisa eram predominantemente localizadas no Brasil. A dendrix apresentou esse trabalho no Congresso da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica em Belo Horizonte, e o artigo foi agora publicado em periódico indexado.

O estudo feito pela dendrix aponta para um aumento estatisticamente significativo da participação brasileira na ASCO, com porcentagem crescente dos trabalhos apresentados sendo constituída por trabalhos brasileiros. A média dessa porcentagem no período estudado foi de 0,9% (ou seja, de cada 100 trabalhos, praticamente um é brasileiro). Avaliações preliminares já confirmaram essa tendência para 2006 e 2007; o índice de participação científica do Brasil na ASCO de 2006 chegou a 1,3%. Infelizmente, o trabalho mostrou também que menos de 20% dos trabalhos brasileiros acabam sendo publicados, cifra que está abaixo da média mundial de 45%.

Novos dado vêm sendo levantados para compreender ainda melhor o processo de crescimento da produção científica brasileira na área da oncologia clínica, para avaliar a qualidade dos estudos e os eventuais motivos que dificultam sua publicação em periódicos científicos. Aos interessados em ajudar nesses levantamentos para trabalhos futuros, solicitamos que entrem em contato conosco pelo email info@dendrix.com.br.

Janeiro/2008

O que o oncologista precisa saber sobre
drogas de alvo molecular, agora na internet

Acaba de ser lançado o site do Nibs & Mabs, um curso sobre drogas de alvo molecular em Oncologia e Hematologia dirigido a médicos especialistas no tratamento de tumores sólidos e neoplasias hematológicas.

Editado pela Dendrix – Arquitetura da Informação Científica, o site complementa a primeira edição do curso presencial do Nibs & Mabs, realizado em São Paulo, em março de 2007, com a participação de 90 médicos envolvidos no tratamento de pacientes com câncer.

Além dos inibidores de tirosina-quinases (os Nibs) e dos anticorpos monoclonais (os Mabs), o site aborda outras classes de drogas que já se encontram em uso clínico ou em fase avançada de desenvolvimento.

www.nibsemabs.com.br

Setembro/2007

Desta vez, o Board Review Oncologia, na sua segunda edição, realizou-se entre os dias 13 e 15 de setembro, no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, com a presença de 93 participantes. Coordenadas pelos chairmen Paulo Hoff e Fernando Maluf, as 33 aulas, que abordaram os aspectos mais relevantes da oncologia clínica, foram ministradas por renomados oncologistas de diversas instituições brasileiras.

Eldsamira Mascarenhas Schettini, de São Paulo, que vai terminar sua residência em 2007 e participou do Board Review pela segunda vez, considerou esta edição mais aprimorada que a de 2006: "O curso já era ótimo e este ano ofereceu ainda mais, com o acréscimo de temas especiais, como biologia molecular".

"O curso é muito útil para quem quer dar uma boa revisada e não tem tempo de estudar, e o nível dos palestrantes é elevadíssimo", declarou Lígia Arype Ilha, de Porto Alegre, que já tem título de especialista em cancerologia e fez o Board Review para se atualizar.

Entre os 69 alunos que responderam a uma pesquisa de avaliação de perfil, 29 declararam que pretendem prestar a prova para a obtenção de título de especialista em Cancerologia/Cancerologia Clínica (TECA); José Iran Costa Jr., de Recife, era um deles: "O Board Review foi muito esclarecedor, me orientou bastante", afirmou.

"O Board Review é uma iniciativa excelente tanto para oncologistas que pretendem prestar a prova de título como para aqueles que querem se reciclar. Os palestrantes foram de excelente nível!", disse a palestrante Clarissa Mathias, coordenadora do Serviço de Oncologia do Hospital Português de Salvador.

Segundo Fernando Maluf, coordenador do Programa Educacional em Oncologia Clínica do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo e um dos chairmen do Board Review, o curso deste ano demonstrou qualidade e solidez nas aulas, proporcionando uma revisão abrangente na área de oncologia e também uma interação produtiva entre palestrantes e participantes durante as discussões de casos.

"O Board Review, realizado no HSL, representa uma magnífica atualização do estado da arte no tratamento de todos os tipos de câncer, dirigido não só para o médico que irá prestar o exame da especialidade, mas também para aquele que já está no campo de batalha praticando a oncologia clínica", opinou o palestrante Antonio Carlos Buzaid, diretor geral do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês.

"Acredito que o BR tenha atingido plenamente seus objetivos. As inscrições se esgotaram, confirmando o interesse da comunidade oncológica nacional, e as palestras, apresentadas por expoentes da oncologia brasileira, foram muito bem recebidas e avaliadas pelo público presente" - Paulo Hoff, diretor executivo do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês e chairman do curso.

Junho/2007

Terminou em 5 de junho o 43o. encontro da ASCO (American Society of Clinical Oncology), realizado na cidade norte-americana de Chicago. Assim como em anos recentes, drogas de alvo molecular foram o grande destaque do evento. Por outro lado, essas mesmas drogas foram também motivo de grande controvérsia, já que havia expectativa por número maior de resultados positivos nos estudos de fase III. Apesar disso, muitos estudos de fase II demonstraram resultados promissores, e diversas novas drogas estão atingindo fases mais avançadas de desenvolvimento.

O trabalho considerado mais importante pela comissão científica foi apresentado em sessão plenária no dia 4. Num estudo de fase III, demonstrou-se que o sorafenibe aumenta a sobrevida em hepatocarcinoma, um tumor para o qual ainda não existiam tratamentos eficazes. O estudo incluiu apenas pacientes com função hepática normal, em quem o tratamento com sorafenibe aumentou em cerca de 3 meses a sobrevida mediana. Outro estudo importante, apresentado na sessão plenária, avaliou o bevacizumabe combinado ao interferon-alfa no câncer de rim metastático, confirmando o papel dos agentes antiangiogênicos no tratamento dessa doença. Além do bevacizumabe, os antiangiogênicos sunitinibe e sorafenibe também são eficazes em câncer de rim, e o temsirolimus - inibidor da proteína mTOR - foi recentemente aprovado nos Estados Unidos para essa indicação.

Outros resultados importantes em termos de drogas de alvo molecular foram a confirmação do benefício do tratamento adjuvante com trastuzumabe em câncer de mama precoce com hiperexpressão de HER-2 e a demonstração do efeito do cetuximabe no tratamento em primeira linha do câncer colo-retal metastático. Resultados negativos, por sua vez, incluíram a ausência de eficácia do bevacizumabe ou do cetuximabe combinados à gencitabina no câncer de pâncreas. Por fim, o trióxido de arsênio aumentou a sobrevida quando usado no tratamento de consolidação de pacientes com leucemia promielocítica aguda, também conhecida como LMA M3.

Uma característica marcante do encontro em Chicago foi a percepção, por parte da comunidade científica, de que há necessidade urgente de transformar em resultados práticos os avanços que vêm sendo obtidos no laboratório. Em outras palavras, de aplicar na prática clínica os resultados da pesquisa básica. Esse conceito, também denominado medicina translacional, foi também o grande tema do encontro deste ano e da palestra proferida em sessão plenária por uma importante ativista norte-americana envolvida em pesquisa sobre câncer de mama.

A percepção da comunidade científica e a exigência pela aplicação prática dos resultados não se devem a considerações exclusivamente humanitárias, mas também à percepção de que existe uma grande lacuna entre o que sabemos e o que fazemos. Isso se reflete no encontro freqüente de estudos de fase II promissores que são seguidos por estudos de fase III negativos, algo que ficou bastante evidente em Chicago.

Também ficou evidente, para nós brasileiros, que a lacuna entre a medicina praticada em nosso país, em especial na rede pública, corre o risco de se distanciar cada vez mais da medicina praticada nos países desenvolvidos. Em outras palavras, nossos pacientes precisam de novos tratamentos eficazes e, ao mesmo tempo, acessíveis. Da mesma forma, precisamos continuar a desenvolver pesquisa em território nacional, a exemplo de pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer, que apresentaram em Chicago um interessante trabalho sobre câncer de laringe. Além desse, diversos outros trabalhos brasileiros foram apresentados no encontro da ASCO. Em anos recentes, vem aumentando a participação de trabalhos brasileiros, conforme mostra levantamento feito pela dendrix a ser divulgado por ocasião do Congresso da SBOC em outubro/novembro.

Abril/2007

O Nibs & Mabs 2007 ocorreu no último dia 31 de março em São Paulo, com a presença de 80 médicos inscritos, interessados em aprimorar seus conhecimentos a respeito das drogas de alvo molecular usadas em oncologia e hematologia.

Organizado pela Dendrix, o curso foi dividido em 18 aulas, ministradas por renomados oncologistas clínicos e hematologistas de todo o Brasil. Além dos inibidores de tirosina-quinases (os Nibs) e dos anticorpos monoclonais (os Mabs), os palestrantes abordaram outras classes de drogas que já se encontram em uso clínico ou em fase avançada de desenvolvimento.

Segundo Brigitte Van Eyll, titular de oncologia clínica do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, o nível do curso foi excelente e de perfeita aplicabilidade clínica. Para Maria da Graça Reis Lopes, oncologista clínica que veio de São Luis do Maranhão especialmente para o evento, o tema é de extrema relevância, e as palestras foram muito didáticas. Paulo Roberto Bortolotti, hematologista de São Bernardo do Campo, considerou o curso bem interessante, já que muitos assuntos foram diretamente relacionados à hematologia.

"O enfoque do evento foi totalmente voltado para o ensino. Não percebi nenhuma pressão política ou da indústria farmacêutica. Só havia sentido esse clima em congressos", declarou o palestrante Bernardo Garicochea, diretor do Serviço de Oncologia da PUC/RS.

Ao longo do evento, houve espaços para discussão, em que os presentes tiveram a chance de participar com perguntas e comentários, interagindo assim com os palestrantes.

Fevereiro/2007

A 1ª Conferência Brasileira de Câncer de Mama – Enfoque San Antonio ocorreu em 3 de fevereiro, e dela participaram cerca de 400 médicos do país inteiro. O evento foi organizado pelo GBECAM (Grupo Brasileiro de Estudos de Câncer de Mama) e contou com sete módulos, cada um divido em duas partes: uma revisão do estado da arte sobre cada tema e uma apresentação dos principais trabalhos do 29º Simpósio de San Antonio, ocorrido no Texas em dezembro último.

Ao longo do dia, os participantes puderam se atualizar sobre os principais tópicos relativos à epidemiologia, prevenção, diagnóstico precoce, tratamento local, sistêmico e de suporte para pacientes com câncer de mama. Um dos tópicos de maior destaque foi o anúncio, pela primeira vez, de uma queda da incidência do câncer de mama nos EUA, de 7%, possivelmente pela redução do uso de reposição hormonal. Um outro estudo de potencial impacto epidemiológico demonstrou um genoma viral em grande parte dos casos de câncer de mama em diversos países; ainda não se sabe se existe uma relação de causa e efeito entre o vírus e o câncer, mas os pesquisadores alertam a comunidade científica para essa possibilidade.

Em termos de avanços terapêuticos, o Simpósio foi marcado por um número muito expressivo de estudos correlativos sobre marcadores biológicos, além de estudos sobre drogas de alvo molecular. Entre elas, o maior destaque ficou, sem dúvida, por conta do trastuzumabe e do lapatinibe, este último no tratamento neo-adjuvante de pacientes com carcinoma inflamatório e no tratamento da doença avançada. Além disso, dados atualizados do estudo BCIRG 006 demonstraram a eficácia do regime TCH (docetaxel, carboplatina e trastuzumabe), que reduz o risco de recidiva sem aumentar significativamente a toxicidade cardíaca em pacientes com doença localizada e hiperexpressão do HER-2. No evento de San Antonio, também foram apresentados diversos trabalhos sobre tipos específicos de câncer de mama, entre eles o carcinoma inflamatório, o carcinoma lobular e o tumor triplo-negativo.

Durante os coffee breaks no evento do GBECAM, foi possível ouvir alguns comentários dos oncologistas presentes.

Segundo Antonio Carlos Buzaid, diretor geral do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, foram poucas, porém importantes as mudanças trazidas pela edição 2006 do mais importante evento anual sobre câncer de mama. “Uma delas é que pacientes com HER2 positivo, no Sírio-Libanês, adotam o esquema TCH como primeira opção. A outra é a consolidação do esquema TC sobre o AC”, disse ele. Buzaid falou ainda sobre o advento de uma nova droga que deve entrar no mercado, que é o lapatinibe, para pacientes HER2 positivo.

Sobre o GBECAM, Sergio Simon, coordenador do Departamento de Oncologia do Hospital Albert Einstein e presidente da entidade, disse que o objetivo é formar um grupo multicêntrico para a realização de estudos clínicos em câncer de mama em mulheres brasileiras. “No momento estamos em Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Jaú, Ribeirão Preto e devemos incluir outras cidades num futuro próximo. Nosso outro objetivo é a educação médica continuada, esse é o motivo de estarmos realizando este evento.” Simon é enfático ao destacar a importância de pesquisar aqui no Brasil as questões de câncer de mama e não importar estudos feitos na Europa, onde a população é diferente e os resultados também podem variar.

Artur Katz, que juntamente com pesquisadores norte-americanos apresentou um trabalho sobre carcinoma lobular no último simpósio de San Antonio, falou sobre seus novos projetos a respeito desse mesmo assunto: “estamos tentando fazer uma avaliação retrospectiva de alguns estudos randomizados norte-americanos, procurando avaliar o resultado de pacientes tratadas com quimioterapia ou hormonioterapia, para tentar mostrar que a quimioterapia talvez de fato não beneficie essas pacientes, desde que elas sejam tratadas com hormonioterapia.” Katz conta ainda que em outra pesquisa eles estão avaliando a possibilidade de realizar um estudo retrospectivo de expressão gênica de pacientes com carcinoma lobular.

Dezembro/2006

Será realizado em São Paulo, no dia 31 de março de 2007, a primeira edição do "Nibs & Mabs", um curso sobre drogas de alvo molecular para oncologistas e hematologistas de todo o Brasil. O chairman do evento será o Dr. Carlos Gil Ferreira, pesquisador do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e autor de dezenas de trabalhos científicos publicados em periódicos internacionais. Além dele, o evento contará com a participação de vários oncologistas e hematologistas de instituições brasileiras envolvidas com pesquisa sobre as drogas de alvo molecular, que vêm revolucionando o tratamento dos pacientes com câncer.

Outubro/2006

Foi realizada em São Paulo, entre 26 e 28 de outubro de 2006, a primeira edição do Board Review, um curso para reciclagem profissional e para os interessados na obtenção do Título de Especialista em Cancerologia/Cancerologia Clínica (TECA). Os chairmen do evento, Drs. Paulo Hoff e Fernando Maluf, coordenaram as 30 apresentações, que incluíram os temas mais importantes em oncologia clínica e que foram assistidas por 91 participantes de todo o Brasil.

Os participantes foram avaliados quanto a seu perfil profissional e motivo para assistir ao curso. O tempo médio de formatura em oncologia era de 3,5 anos, sendo que alguns ainda se encontravam em programas de residência ou estágio. De 76 respondedores, 23 já haviam prestado a prova para o TECA em anos anteriores, entre uma e três vezes; desses, 17 disseram que pretendem prestar novamente em 2006, por ocasião do Congresso da Sociedade Brasileira de Cancerologia. No total, 42 dos respondedores pretendem prestar a prova neste ano. Apenas cinco dos participantes já eram portadores do TECA.

Gráfico

Fernando Coutinho, de Volta Redonda, médico formado há 32 anos, trabalha na área de oncologia há 16. Titulado em hematologia, possivelmente ele fará a prova de título para cancerologia ainda em 2006. Coutinho gostou muito do conteúdo e do material do Board Review, e ressaltou o alto nível de seus palestrantes. Na sua opinião, as aulas poderiam ser um pouco mais longas. "Já fiz cursos desse tipo fora do Brasil, e o tempo costuma ser de 45 minutos, mas o curso é excelente e merece todos os elogios."

Fabiane Kellem Santos, 30 anos, formada há 6, é oncologista clínica e pretende fazer a prova de título ainda em 2006. Segundo ela, o Board Review foi muito objetivo e serviu para revisar muita coisa, foi uma ótima reciclagem.

Recém-chegada da Bélgica, onde ficou 3 anos no Instituto Jules Bordet, um serviço de referência em câncer de mama, Lissandra Dal Lago gostou do Board Review. Professora em clínica médica da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, ela considerou boa a estrutura do curso, os palestrantes muito bem escolhidos e sugeriu mais ênfase aos casos clínicos em cada área, para o Board Review de 2007.

Rodrigo Lima, 27 anos, está terminando sua residência em oncologia em Belo Horizonte e pretende fazer a prova de título em 2007. "As aulas estão abrangendo os temas mais importantes, e o material é muito bom; vai dar para pegar as referências que os palestrantes estão citando", disse ele.

Sobre iniciativas como a do Board Review, Paulo Hoff, palestrante e um dos chairmen do evento, disse ser de grande interesse para o residente, pois lhe dá a oportunidade de solidificar o que ele aprendeu, além de servir para o oncologista identificar as áreas em que ele precisa de um esforço maior. Ao ser perguntado sobre o que considera importante na formação do oncologista clínico atualmente, Paulo Hoff respondeu:

"É fundamental a exposição a doenças diversas, ou seja, a um número mínimo de pacientes que possibilite uma exposição às patologias tratadas na área, aos conceitos básicos de epidemiologia, farmacologia, patologia, estatística e outras áreas relacionadas à oncologia. É muito importante que o oncologista saiba como estudar por conta própria, revisando a literatura e fazendo uma análise crítica da mesma, já que a quantidade de novas informações na área é enorme, e há necessidade de uma reciclagem constante."